eGiovanni

24 de julho de 2010

Análise de logs Apache

Filed under: Sem categoria — admin @ 19:38

Análise de logs

De acordo com Ivan Ristic (RISTIC,2005), usar uma única ferramenta para detecção de intrusão não é insuficiente, boa parte dos detectores de intrusão, os IDS, IPS e outros atuam sobre a pilha TCP/IP e embora atuem bem para o que foram destinados não podem proteger plenamente os servidores Web, pois a Web é baseada em torno do protocolo HTTP, que é um vocabulário completamente novo. Ele possui seu próprio conjunto de problemas e desafios, que são diferentes da pilha TCP / IP.

O Formato Dos Log

O apache possui alguns tipos de logs. Os principais são o logs de acesso, onde todas as requisições são registradas, e os logs de erros, que registram eventos não esperados (falhas, erros). Existem também alguns Logs de alguns módulos específicos.

Logs de erro

Diferente do log de acesso o log de erro não possui uma forma determinada, mas informações muito importantes podem ser obtidas nas entradas de logs de erro, observe uma mensagem típica:

[Wed Oct 11 14:32:52 2000] [error] [client 127.0.0.1] client denied by server configuration: /export/home/live/ap/htdocs/test

A primeira parte contém a data detalhada com minuto e segundo de quando ocorreu a mensagem. A segunda parte mostra a importância do erro que está sendo reportado. A diretiva de nível  de log “LogLevel”  mostra os tipos de erros que são enviados para o log de erro, observe a tabela 3, a terceira parte informa o endereço IP do cliente que gerou o erro, e por último a mensagem de propriamente dita, que neste caso indica que o servidor tenha sido configurado para negar o acesso do cliente.

Uma ampla variedade de mensagens diferentes pode aparecer no log de erro. A maioria com aspecto semelhante ao exemplo acima. O log de erro irá conter também a saída da depuração de scripts CGI. Qualquer informação escrita por um script CGI será copiado diretamente para o log de erro.

Nível Descrição Exemplo
emerg Emergência sistema inutilizável. “Child cannot open lock file. Exiting”
alert Tomar medidas imediatamente. “getpwuid: couldn’t determine user name from uid”
crit Condição crítica. “socket: Failed to get a socket, exiting child”
error Erro. “Premature end of script headers”
warn Condição de aviso. “child process 1234 did not exit”
notice Normal, mas significativa. “httpd: caught SIGBUS, attempting to dump core in …”
info Informativa. “Server seems busy”
debug Mensagens de nível de depuração “Opening config file …”

Tabela 3 – Níveis de erro servidor apache (APACHE,2010)

Log acesso.

Já os logs de acesso são totalmente configuráveis, o primeiro parâmetro é uma seqüência de formato, indicando as informações a serem incluídas em um arquivo de log e o formato em que deve ser escrito, o segundo parâmetro dá a seqüência de formato de um nome disponível, a sintaxe básica do formato de um log padrão do apache segue a seguinte:

LogFormat <formato do log> <nome definido em CustomLog>

LogFormat “% h% l% u \ t%”% r \ “>% s% b” comum

Os símbolos inscritos no formato do log podem ser entendidos com a tabela abaixo que foi retirada e traduzida a partir da documentação de referência do Apache

Format String Description
%% O sinal de porcentagem
%…a Endereço IP remoto
%…A Endereço IP local
%…B Bytes enviados (excluindo os cabeçalhos)
%…b Bytes enviados (excluindo os headers); um traço (-) em vez de 0
%…{Foobar}C O conteúdo do nome do cookie
%…D Tempo gasto para atender a solicitação, microssegundos
%…{FOOBAR}e O conteúdo da variável de ambiente
%…f Nome do arquivo
%…h host remoto
%…H protocolo do pedido
%…{Foobar}i O conteúdo do nome do cabeçalho do pedido
%…l Nome de registro remoto (de identd)
%…m método Request
%…{Foobar}n Conteúdo da nota Nome
%…{Foobar}o Conteúdo do nome do cabeçalho de resposta
%…p Canonical porta do servidor
%…P Processo de identificação
%…{format}P Dependendo do formato, ID de processo (PID) ou thread ID (TID)
%…q Query string
%…r Pedido de linha
%…s status de resposta
%…t Tempo, em formato de registro comum
%…{format}t Tempo, em formato personalizado
%…T Tempo gasto para atender a solicitação, em segundos
%…u usuário remoto
%…U A URL, excluindo a seqüência de consulta
%…v Canonical nome do servidor
%…V Nome do servidor de acordo com a directiva UseCanonicalName
%…X O status da conexão no final do pedido
“X” para abortaos
“+” para persistente
“-” para fechado
%…I Bytes received, including request and headers, cannot be zero.
%…O Bytes sent, including headers, cannot be zero.

Tabela 4 Descrição siglas de log do apache.

(APACHE, Logs Acesso)

Para o entendimento de leitura de um log, vamos analisar um ex de log de um servidor web, no caso o do apache, o arquivo de log mais relevante para a segurança é o arquivo chamado error.log.

Os Log de Erros

Ao contrario de um arquivo de acesso, o ideal ao ler um arquivo de erro são apenas mensagens de Start e Stop comandadas ao servidor, qualquer outra mensagem é indesejada.

[Sat May 22 22:35:32 2010] [notice] caught SIGTERM, shutting down

[Sat May 22 22:37:57 2010] [notice] SELinux policy enabled; httpd running as context root:system_r:httpd_t:s0

[Sat May 22 22:37:57 2010] [notice] suEXEC mechanism enabled (wrapper: /usr/sbin/suexec)

[Sat May 22 22:37:58 2010] [notice] Digest: generating secret for digest authentication …

[Sat May 22 22:37:58 2010] [notice] Digest: done

[Sat May 22 22:37:58 2010] [notice] Apache/2.2.3 (CentOS) configured — resuming normal operations

Um exemplo, seria uma mensagem de “Arquivo não Encontrado” este erro possivelmente significa que existe um site contendo um link para seu servidor cujo endereço não exista, poderemos observar um log de entrada como segue:

[Sat May 22 22:39:23 2010] [error] [client 189.72.220.73] File does not exist: /var/www/html/link_quebrado.

O procedimento neste caso seria avisar o responsável pelo site com o link inexistente e ou redirecionando para sua página inicial.

Manter os logs de erro o mais sucinto possível ajuda na detecção de tentativas de ataques ou pedidos maliciosos ao servidor, já que boa parte das tentativas de exploração são identificadas através do error.log

Um outro exemplo seria o seguinte:

merc [httpd @ localhost] $ grep-i access_log formmail

[Sun 29 de setembro 06:16:00 2003] [error] [client 66.50.34.7]

script não foi encontrado ou não fazer stat: / extra / httpd / cgi-bin / formmail.pl

merc [httpd @ localhost] $

Para evitar de expor um e-mail de contato e ser vítima de Spam, é comum utilizar um script para criar um formulário para recebimento de mensagem ocultando assim o e-mail, mas este script chamado formmail  , abre uma série de brechas principalmente de segurança, uma delas curiosamente permite o uso do formulário para o envio de spam.

Logs graves como falha de segmentação pode indicar falha de algum módulo do apache ou ataque DOS ou buffering veja exemplo log de falha de segmentação:

[Sun Sep 29 06:16:00 2002] [error] [notice] child pid 1772
exit signal Segmentation fault (11)

Verificar os logs de acesso (access.log) no horário em que ocorreu o erro pode dar uma pista da causa do problema.

Através dos logs também é possível verificar ataques a sistemas operacionais, veja a seqüência do log abaixo que mostra nas entradas tipos de ataque ao Windows vista, apenas observe a seqüência exe no log de acesso, veja exemplo:

[root@localhost logs]# tail –f
200.216.141.59 – - [29/Sep/2003:06:25:22 +0200] “GET /_vti_bin/shtml.exe HTTP/1.0″ 404 288
200.216.141.59 – - [29/Sep/2003:06:31:33 +0200] “GET /_vti_bin/shtml.exe HTTP/1.0″ 404 288
193.253.252.93 – - [02/Oct/2003:02:17:53 +0200] “GET /scripts/..%c0%af../winnt/system32/cmd.exe?/c+dir+c:\ HTTP/1.1″ 404 319
151.4.241.194 – -  [02/Oct/2002:02:34:46 +0200] “GET /scripts/..%255c%255c../winnt/system32/cmd.exe?/c+dir” 404 –

Uma dificuldade em encontrar anomalias nos logs é a técnica de uso de URLs codificadas, esta técnica substitui o caractere pelo seu código ASCII equivalente.

Tabela conversão principais caracteres para ASCII
Caracter Código Caracter Código Caracter Código Caracter Código
(espaço) 20% ? %3f & 26% % 25%
# 23% / %2f < %3c > %3e
: %3a / %2f | %7c ; %3b

Tabela 5 – Fonte (E-PLANING,2010).

Veja um exemplo de como pode ser escrito:

Em caractere:

151.4.241.194 – -  [02/Oct/2002:02:34:46 +0200] “GET /scripts/..%255c%255c../winnt/system32/cmd.exe?/c+dir” 404 –

Em código ASCII:

151.4.241.194 – - [02/Oct/2003:02:34:46 +0200] “GET
/scripts/..%255c%255c../winnt/system32/cmd.%65x%65?/c+dir” 404 –

Quando codificados desta forma, esta URL passaria despercebido aos olhos ou mesmo a um filtro grep. Para que uma busca seja eficaz, é necessário decodificar todas as URLs dos arquivos de log, existem diversos scripts e programas, feito isto é possível comparar e identificar os logs suspeitos.

Conclusão.

Filed under: Sem categoria — admin @ 19:36

Conclusão.

Com a análise dos logs podemos identificar varias vulnerabilidades e atentados contra o servidor e as aplicações nele hospedadas de maneira satisfatória, porem para uma maior abrangência é necessário um modulo especifico de gravação de logs de erros em uma base de dados e monitorar outros parâmetros do sistema para formação de uma ferramenta mais eficiente.

Referências.

FURLAN, Jose Davi. Modelagem de objetos através da UML-The Unified Modeling. Language. São Paulo: Makron Books, 1998. 329 p.

RISTIC, Ivan. Apache Security. O’Reilly, 2005. 420 p.

MOBILY,Tony. Hardening Apache. Apress, 2004. 270 p.

E-PLANING,Ferramentas de marketing, Disponível em:

<http://www.e-planning.net/pt/suporte/codificacao_caracteres_em_url.html>. Acessado em 24 de Maio 2010.

OLLMANN,Gunter.HTML Injection. Disponível em:

<http://www.technicalinfo.net/papers/CSS.html> Acesso em 8 de junho de 2010.

APACHE, Logs Acesso, 2010. Disponível em:

<http://httpd.apache.org/docs-2.0/mod/mod_log_config.html>. Acessado em: 23 Maio 2010

FEIMAN, Joseph, Conferencia Gartner. Disponível em:

<www.gartner.com/it/summits/brl34l/Integracao_Empresarial.pdf> Acesso em 23 Maio 2010.

AUGER,Robert. OS Commanding. Disponível em:

<http://projects.webappsec.org/OS-Commanding>

RODRIGUES,Alexís.Exploits.Disponivel em:

<http://www.firewalls.com.br/files/alexisExploit.pdf> Acessado em 8 junho 2010

APACHE. Logs Erro. 2010. Disponível em:

</httpd.apache.org/docs/2.1/logs.html> Acessado em 23 de Maio 2010.

ALMEIDA, Marcelo ,Zone-H,2008. Disponível em:

<http://www.zone-h.org/news/id/4686> Acessado em: 16 de maio de 2010.

WIKI. DoS. Disponível em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_de_negação_de_serviço> Acessado em: 10 de Junho de 2010.

SK, SQL Injection Walkthrough,2002, Disponível em:

<http://www.securiteam.com/securityreviews/5DP0N1P76E.html>.Acesso em: 8 de Junho de 2010

CLABURN,Thomas. Itweb. Disponivel em:

<http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=62523>. Acesso em: 16 de maio de 2010.

CASEY, Tami. Cenzic. Disponível em:

<http://www.cenzic.com/pr_20100302/> Acesso em: 16 de maio de 2010.

CERT.BR.Incidentes. Disponível em:

<http://www.cert.br/stats/incidentes/> Acesso em: 23 de Maio 2010

STANCIN,Aleksandar.CGI Vulnerabilities. Disponível em:

<http://www.net-security.org/article.php?id=91&p=2> Acesso em: 8 de junho de 2010

MODADUGU, Nagendra. Googleonlinesecurity. Disponível em:

<http://googleonlinesecurity.blogspot.com/2007/06/web-server-software-and-malware.html> Acesso em: 16 de maio de 2010

SANS, Intrusion Detection FAQ. Disponível em:

<http://www.sans.org/security-resources/idfaq/>. Acesso em: 16 de maio de 2010.

OUTOFORDER.ModLOGSQL. Diponivel em:

<http://www.outoforder.cc/projects/apache/mod_log_sql/docs-2.0/?chapter=/3/6/3/> Acessado em: 8 de Junho de 2010.

31 de janeiro de 2010

FIB ou PIB ??

Filed under: Pensamentos — admin @ 12:38

Paz, tranqüilidade, Zen, felicidade

FIB ou PIB ?

Com todo inicio de ano depois de um balanço do que passou vem a esperança, que tal dessa vês realmente transformar ? Lá onde as mudanças realmente acontecem, Internamente.

O recado a ser dado é que neste 2010 que se inicia, vamos ousar ser diferentes e nos esforçar em ser pessoas felizes e saudáveis.

E para isso quero recomendar a dica mais importante de todas: O aquietamento.

FELICIDADE INTERNA BRUTA

A  causa maior de todas as nossas doenças, ansiedades e angustias é a maneira como levamos a vida. O estresse do dia a dia nos causa tristeza, mesmo assim, continuamos a correr cada vês mais, nunca satisfeitos, sempre em busca de algo que nunca sabemos bem o quê.

Temos de nos conscientizar que a paz a tranqüilidade e o aquietamento são a base para ter uma vida saudável e feliz. È nesse estado que encontramos nosso potencial, as infinitas possibilidades, onde conseguimos simplesmente ser.

Precisamos perceber que ser feliz é SER e não necessariamente TER.

O país do Butão se tornou famoso não só pelo nome, mas por adotar o FIB (felicidade Interna bruta) alem do PIB (produto interno bruto). Lá a paz norteia a vida, ninguém tem pressa, tudo é feito com calma, a integração com a natureza faz parte do viver, lá não existe pressa no falar e a gentileza é sem fim, respeito um pelo outro e um conhecimento que vem do coração.

O silencio e a fé interior torna os butaneses mais presentes calmos e tranqüilos e conseqüentemente mais felizes e realizados.

Que tal, vamos tentar?

Texto inspirado através dos escritos de  Márcia de Luca fundadora do CIYMAM

11 de novembro de 2009

Crônicas…

Filed under: Sem categoria — admin @ 5:01

As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação.

A verdade em que você acredita determina seu caráter.

A reputação é o que acham que você é.

O caráter é o que você realmente é…

A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova.

O caráter é o que você tem quando vai embora…

A reputação é feita em um momento.

O caráter é construído em uma vida inteira…

A reputação torna você rico ou pobre.

O caráter torna você feliz ou infeliz…

A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura.

O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus.

Arnaldo Jabor

21 de setembro de 2009

Foi de ultima hora, e foi bom ! “Show me the code”

Filed under: Sem categoria — admin @ 8:25

Convidado pelo amigo Diego, resolvi ir ao “show me the code” no final da aula de sábado.

Já que o Diego e seu amigo Yuri não sabiam o caminho, acionei meu extremo senso de direção e parti para o Campus 2 samambaia -> “acho que é por ali, pergunta o taxista, volta , olha a placa” aff…

Palestra de PHP

Palestra de PHP

Segundo ultimo levantamento o PHP é a 3 maior linguagem de programação utilizada hoje em dia !, Wikipedia, Facebook são exemplos da disponibilidade.

Hora do pega !Os três aesquerda são programadores PHP , os três a direita são programadores  Ruby, e no meio Java, que ficou na desvantagem tanto de contingente quanto de numero de alfinetadas..hehe, foi faisca para todo lado.

E olha só rolou até uns brindes !

Brindes

Brindes

A da esquerda custou uma costela ao Diego, e a da Direita um olho roxo..hehe.

Palestra

Palestra

Sala cheia….

Mais detalhes http://www.showmethecode.com.br/1.0/

7 de setembro de 2009

Promessa não cumprida.

Filed under: Sem categoria — admin @ 19:55

Hoje ao abrir a caixa de e-mails, para minha surpresa estava a anuidade do registro.br imediatamente me lembrei que eu tinha um site e que a tempos não o atualizava, pior havia prometido sempre manter atualizado, pois bem será que vale a pena renovar a promessa?, melhor mesmo e deixar de prometer e começar a cumprir.

3 de maio de 2009

SNMP e CACTI – Instalação

Filed under: Sem categoria — admin @ 20:40

Resolvi postar aqui como forma de documentar minha atividade na faculdade de instalação e configuração do CACTI

É necessário uma alteração no arquivo /etc/snmp/snmpd.comf

Abaixo um modelo:

# First, map the community name “public” into a “security name”

#       sec.name  source          community
com2sec    publicUser    127.0.0.1    publica
com2sec    privateUser    127.0.0.1    privada
####
# Second, map the security name into a group name:

#       groupName      securityModel securityName
group   publicGroup    v1    publicUser
group   privateGroup    v2c    privateUser

####
# Third, create a view for us to let the group have rights to:

# Make at least  snmpwalk -v 1 localhost -c public system fast again.
#       name           incl/excl     subtree         mask(optional)
view    systemview    included   .1
view    systemview    included   .1

####
# Finally, grant the group read-only access to the systemview view.

#       group          context sec.model sec.level prefix read   write  notif
access  publicGroup “”    any       noauth    exact  systemview all all
access    privateGroup “”    any    noauth    exect    systemview    all    all
# —————————————————————————–

Inicie o serviço snmp# /usr/sbin/snmpd -c /etc/snmp/snmp.conf

Se precisar modificalo não esqueça da dica abaixo:

altere #vim /etc/snmp/snmpd.conf

pare o serviço #killall snmpd

Inicie novamente o serviço snmp# /usr/sbin/snmpd -c /etc/snmp/snmp.conf

verifique se o servico está ativo:

#nmap -p 161 -sU 127.0.0.1

ou

#netstat -anu

Pode testar com uma consulta via shell

snmpwalk -v 1 -c publica 127.0.0.1 .1

O resultado e uma listagem de toda a árvore snmp.

Se voçe teve sucesso até aqui, pode proceguir :

Manual de instalação do CACTI
Baixar rrdtool

http://www.linuxpackages.net/download.php?id=12916

Baixar o cacti

http://www.cacti.net/download_cacti.php

Habilitar o apache
root@darkstar:~# apachectl start
httpd: Could not reliably determine the server’s fully qualified domain name, using 127.0.0.1 for ServerName

Habilitar o php
vim /etc/httpd/httpd.conf
Procurar pela linha php
/php

Descomentar a linha
#Include /etc/httpd/mod_php.conf

Editar a linha index.html e incluir index.php na frente
<Ifmodule dir_module>
DirectoryIndex index.php index.html
</IfModule>

Criando a pagina inicial do php
criar a pagina phpinfo.php dentro de /var/www/htdocs e a pasta cacti

root@darkstar:~# cd /var/www/htdocs/
root@darkstar:/var/www/htdocs# ls
apache_pb22_ani.gif  apache_pb22.png  apache_pb.png  index.html
apache_pb22.gif      apache_pb.gif    htdig/         manual/
root@darkstar:/var/www/htdocs# vim phpinfo.php
root@darkstar:/var/www/htdocs# mkdir cacti
root@darkstar:/var/www/htdocs# ls
apache_pb22_ani.gif  apache_pb22.png  apache_pb.png  htdig/      manual/
apache_pb22.gif      apache_pb.gif    cacti/         index.html  phpinfo.php
root@darkstar:/var/www/htdocs#

Importando a base de dados do cacti para o mysql

Aqui a minha maior dificuldade pois eu já possuía o mysql funcionando devido a disciplina do professor Willians e já havia configurado senha de root para o mysql assim os comandos mudam um pouco pois é exigido senha.

Logando no mysql
mysql -u root -p

Criando banco de dados cacti
mysql> CREATE DATABASE cacti;

Comprovando a criação do banco.

mysql> show databases;
+——————–+
| Database           |
+——————–+
| information_schema |
| cacti              |
| futebol            |
| mysql              |
+——————–+
4 rows in set (0,00 sec)

Importando as tabelas do CACTI

root@darkstar:/opt/cacti-0.8.7d# mysql -u root -pSenhaSemDarEspaço cacti < cacti.sql
root@darkstar:/opt/cacti-0.8.7d#

Comprovando a criação das tabelas

mysql> use cacti;
mysql> show tables;
+—————————+
| Tables_in_cacti           |
+—————————+
| cdef                      |
| cdef_items                |
| colors                    |
| data_input                |
| data_input_data           |
| data_input_fields         |
| data_local                |
| data_template             |
| data_template_data        |
| data_template_data_rra    |
| data_template_rrd         |
| graph_local               |
| graph_template_input      |
| graph_template_input_defs |
| graph_templates           |
| graph_templates_gprint    |
| graph_templates_graph     |
| graph_templates_item      |
| graph_tree                |
| graph_tree_items          |
| host                      |
| host_graph                |
| host_snmp_cache           |
| host_snmp_query           |
| host_template             |
| host_template_graph       |
| host_template_snmp_query  |
| poller                    |
| poller_command            |
| poller_item               |
| poller_output             |
| poller_reindex            |
| poller_time               |
| rra                       |
| rra_cf                    |
| settings                  |
| settings_graphs           |
| settings_tree             |
| snmp_query                |
| snmp_query_graph          |
| snmp_query_graph_rrd      |
| snmp_query_graph_rrd_sv   |
| snmp_query_graph_sv       |
| user_auth                 |
| user_auth_perms           |
| user_auth_realm           |
| user_log                  |
| version                   |
+—————————+
48 rows in set (0,00 sec)

mysql>

Criando usuário e senha para cacti

mysql> GRANT ALL PRIVILEGES ON *.* TO cacti@localhost IDENTIFIED BY “cacti” WITH GRANT OPTION;
Query OK, 0 rows affected (0,00 sec)

mysql> flush privileges;
Query OK, 0 rows affected (0,00 sec)

mysql>

Copiando arquivos da pasta /opt/cacti-0.8..7d para /var/www/htdocs/cacti/
Tentei insistentemente mas só consegui copiar e colar via modo grafico.

Dando privilegios aos diretorios rra/ e log/

*Criei usuário local cacti com senha cacti.

root@darkstar:/var/www/htdocs/cacti# chown -R cacti rra/ log/
root@darkstar:/var/www/htdocs/cacti#

Configurando acesso do CACTI ao banco mysql via PHP

root@darkstar:/var/www/htdocs/cacti/include# vim config.php

dentro de config.php via vim digite:

/* make sure these values refect your actual database/host/user/password */
$database_type = “mysql”;
$database_default = “cacti”;
$database_hostname = “localhost”;
$database_username = “cacti”;
$database_password = “cacti”;
$database_port = “3306″;

/* Default session name – Session name must contain alpha characters */
#$cacti_session_name = “Cacti”;

Adicionando uma tarefa no crontab.

O certo seria
root@darkstar:~#crontab -e
Porem eu errei e não funcionou nem del nem backspace dai depois de uma pesquisa descobri que posso utilizar o vim
assim:

root@darkstar:~# vim /var/spool/cron/crontabs/root
Adicionei a linha abaixo.
*/5 * * * * /usr/bin/php -f /var/www/htdocs/cacti/poller.php 1> /dev/null

Agora no browser

Digite:

http://127.0.0.1/cacti/

5.2 ? Conclusão

Por incrível que pareça não tive problemas, pois ia  executando e testando conforme se pode observar acima, o mysql já estava em produção com a disciplina do Willians, os problemas foram mais básicos crontab, comando cp, alguns comando mysql, enfim foi demorado porem tranqüilo.

5.3- Bibliografia

http://manoelcampos.wordpress.com/tag/banco-de-dados/

http://www.clockwatchers.com/mysql_dump.html

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-a-ferramenta-CACTI/

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-o-Cacti-em-plataforma-Debian/

http://www.vivaolinux.com.br/dica/Instalacao-rapida-do-CACTI-(SNMP)-no-Debian/

12 de abril de 2009

Slackware quase perfeito a saga….

Filed under: Sem categoria — admin @ 9:42

Solucionando pequenos problemas.

BROffice – Setas, tab e backspace não funcionam:

Abra o BRoffice em ferramentas selecione personalizar na aba teclado clique em Redefinir, caso o broffice feche com um erro, renomear o arquivo default.xm para default.xml, na pasta “/opt/openoffice.org/basis3.0/share/config/soffice.cfg/modules/swriter/accelerator/en-US/”

creditos: aqui

BROffice: Cadê as fontes Times new roman, arial, Solução simples:

Dica copie as fontes do windows que fica em c:windows/fontes para um pendrive, dá ums 300Mb de fontes

Clique no icone o inicial do KDE>configurações>administração do sistema>instalador de fontes, clique em adicionar fontes e aponte para as novas fontes copiadas previamente no pendrive.

22 de março de 2009

Slackware quase perfeito continuação..

Filed under: Sem categoria — admin @ 19:13

Não é meu objetivo deixar o Slackware igual o Ubuntu, mas até que um pouco de conforto vai bem.

Acabei por instalar do zero a versão 12.2 do Slack pensando que os erros do BROffice fossem de incompatibilidade, mas não era, simplesmente o comando de transformar arquivos RPM em tgz que me foi ensinado por um tuto no oraculo estava dando pau, usando rpm2tgz foi de boa, agradeço ao colega Marcelo pela ajuda.

Instalando o BROffice

Baixe o pacote tar.gz do Broffice3

Salve em /opt/

Descompacte: tar -xvzf BrOo_3.0.1_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz

Entre na pasta: cd OOO300_m15_native_packed-1_pt-BR.9379/

depois na:cd RPMS/

Transforme os pacotes RPMs em tgz: rpm2tgz *.*

Não se desespere, demora muito até mostrar que está transformando.

Agora instalar: installpkg *.tgz

Blz agora criar os menus no KDE, entre na pasta :cd desktop-integration/

Convertendo RPM em TGZ :rpm2tgz broffice.org3.0-freedesktop-menus-3.0-9376.noarch.rpm

Criando os menus: installpkg *.tgz

Pronto, BROffice instalado e no menu KDE.

Que tal login no KDE:

vim /etc/inittab

Na linha:

id:3:initdefault:

substitua o 3 pelo 4 ficando assim:

id:4:initdefault:

Pronto, dê adeus ao startx, so reiniciar e blz.

14 de março de 2009

Slackware

Filed under: Sem categoria — Tags:, , , — admin @ 19:53

Decidi utilizar windows somente no trabalho, e fora dele uma distro linux. Por antigas influencias e pelas atividades da faculdade optei pela distro Slackware.

Bem, posso dizer que não está sendo uma tarefa facil, quem ja pesquisou sabe que slackware significa preguiçoso, e até agora ele tem provado ser mesmo isso !.

Como tenho instalado desde a versão 10, a parte da instalação foi tranquila, mas após o primeiro boot começaram as complicaçoes:

Instalei o Slackware 12.1 (sim já está na 12.2)

Wireless

Pela primeira vez minha placa foi reconhecida (intel 945abg) pude averiguar com o comando:

# cat /proc/net/wireless

Para conectar basta

ifconfig wlan0 up #habilita a placa

iwlist wlan0 scan #Aqui pode se ver o essid da rede desejada e se possui senha e o tipo wep wap etc..

iwconfig wlan0 essid xxxx key xxxx

dhcpcd wlan0 #prontinho

O Firefox

Baixei na area de trabalho e descompactei e instalei o firefox 3. mas e os atalhos e como remover o antigo, quando executo no menu do kde abre o firefox2 , quando executo o dentro da pasta que instalei no Desktop abre o firefox3 e como configurar os atalhos do novo.

Achei uma dica que basta deletar os arquivos dentro da pasta do firefox2 (na verdade a pasta é um link simbolico) antigo e colar os que vc acaba de instalar dentro da pasta, e não é que funcionou blz.

A cedilha

Meu teclado é o US international 104 teclas.

tive de editar o arquivo vim /etc/X11/xorg.conf

ficou assim:

Option “XkbRules”    “xorg”

Option “XkbModel”    “pc105″

Option “XkbLayout”    “us(intl)

Em vermelho a simples mudança que habilita a cedilha.

Curiosamente a cedilha so não funcionou no firefox, para resolver basta editar o arquivo

vim /etc/profile.d/lang.sh

E acrescentar as exports abaixo:

export LANG=pt_BR

export LC_CTYPE=ISO-8859-1

export LC_ALL=pt_BR

export SYSFONT=lat1u-16

export GTK_IM_MODULE=xim

Instalei o slapt get e dei o comando:

slapt-get –dist-upgrade #atualizou vários pacotes dependências e programas (Levou quase um dia !!).

Mas nào confunda com o debian, o slapt-get está muito atras do apt-get mesmo com bons mirrros configurados.

Ainda persiste o problema do BROficce (Meu Deus estou sem corretor ortografico !) que não instala pedindo umas dependencias, mas logo posto aqui como fazer isso…

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